POETA despoetizante (Construtor de Jardins II)
Renascem jardins
no tempo eletrónico.
Folhas,
plantas,
solo,
somente mãos,
amor
e
natureza.
Belos,
indiferentes
à beleza dizitalizada
e
efémera
da IA,
onde podes ter e ser
tudo o que não tens
e que não és,
construíndo ilusões e sonhos,
da mais pura e natural sobrevivência.
(Em memória do Armindo, do "Quim", do "Joca" e do "Coragem". Até já Amigos".

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